Projetos da Comlurb

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Revolucionar o quadro atual do destino final do lixo preservando o meio ambiente e a saúde da população é um desafio e uma preocupação crescente na empresa. A Comlurb entra no século XXI com programas arrojados, que estimulam a população a pensar sobre a questão do lixo na cidade do Rio de Janeiro.
Tópicos

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Restauração Ecológica de Gramacho produz área verde e muito caranguejo
Aterro de Gramacho
Potencial do Biogás de Aterros
Controle de qualidade da areia
Verão é praia limpa
Rebramar
Manual de Limpeza Hospitalar e Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde/2009
Remoção de Lixo Infectante
Programa de Controle de Moscas em Áreas de Resíduos Sólidos
Pesquisas Aplicadas
Ampliação do Centro de Tratamento de Resíduos de Gericinó - RJ

 

 

 

 

 

 

Restauração Ecológica de Gramacho produz área verde e muito caranguejo
Vale a pena visitar o Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, no Km 4,5 da Rodovia Washington Luiz (Rio-Petrópolis) e contemplar o estágio de restauração ambiental do manguezal, onde se observa o crescimento da vegetação recuperada espontaneamente pela Natureza, a partir da suspensão do lançamento de chorume no manguezal de 40 ha (hectares)
  
Outra recuperação decorreu do plantio de mudas selecionadas sob a coordenação do biólogo e mestre em Ecologia, Prof. Mário Moscatelle. Desde 1977, até agora, já foi plantada uma área de 15 ha. Esse plantio incentivado deverá atingir outros 15 a 20 ha.
   
No trabalho de plantação são utilizados, em média, cinco ex-catadores de lixo, entre os quais o Sr. Francisco Souza, 16 filhos, natural do Rio Grande Norte, que se dedica também à captura de caranguejos que nascem no manguesal recuperado. Toda a área do cinturão verde do Aterro de Gramacho chega a 130 hectares.
    
Para se ter uma idéia mais precisa sobre o nível da restauração ecológica desse Aterro, basta observar as aves e pássaros que voltaram a freqüentar e viver na região e o sistema de tratamento do chorume. Este, depois de passar por todos os estágios do tratamento químico, se apresenta mais limpo e transparente do que as águas da própria Baía da Guanabara.

Procedimentos para visitação

1. Encaminhar fax ou email à Coordenadoria de Comunicação Empresarial.
• Email: <comlurb_pce@rio.rj.gov.br> ou <visitacomlurb@rio.rj.gov.br>
• Tel: 2214-7275 / 2214-7264
• Fax: 2214-7272

2. Informar o nome da Instituição ou Empresa.

3. Informar o objetivo da visita.

4. Informar o nome do responsável pela visita e a quantidade de pessoas visitantes.

5. Informar data e horário sugeridos para a visita.

6. Informar email e telefone de contato.

   No caso de escolas de níveis fundamental ou médio – agendar visita diretamente com a Gerência de Aterros.
   Tele-Fax 21 - 2671-7514 / Fax 21 - 2569 –3097



Condições para visitação

Maiores de 12 anos
Turmas de no máximo 40 pessoas
Obrigatório o uso de calçado fechado
O deslocamento até o aterro e no seu interior é de responsabilidade do visitante e deverá ser feito em ônibus ou van.
Os dias de visita são: 3ª e 5ª feira, de 10:00 às 12:30 ou de 14:00 às 16:30

 





 

 

 

Destino do lixo

O destino final do lixo sempre foi um problema para as grandes cidades. Os vazadouros deixavam grandes quantidades de lixo expostas a céu aberto. Insetos e ratos se multiplicavam , o mau cheiro se espalhava pelo ar e as comunidades próximas viviam à mercê de doenças.
Os aterros sanitários surgiram como solução mais simples e de menor custo operacional para o tratamento final do lixo. Seguindo métodos adotados em localidades próximas a Londres, na Inglaterra, a cidade do Rio de Janeiro ganha em 1933 o aterro da Praia do Retiro Saudoso e Parada do Amorim, no Caju. O lixo recolhido era espalhado pelo terreno pantanoso e coberto por uma camada de barro e areia extraídos do cemitério de São Francisco Xavier.
O Rio de Janeiro é o maior usuário do Aterro Metropolitano, espaço criado em 1976 em uma área de 1.300.000 m2. Para lá são levadas em média 6.700 toneladas de lixo por dia.
Um programa já está em fase final de execução e está transformando o Aterro Metropolitano de Gramacho, localizado no município de Duque de Caxias em modelo, de acordo com as diretrizes técnicas e sanitárias da FEEMA voltadas para a preservação ambiental e melhoria das condições de trabalho da Cooperativa de Catadores, que tiram seu sustento dos produtos recicláveis jogados no aterro. Aterro Sanitário
Aterro Sanitário A recuperação e operação do aterro estão atualmente a cargo da empresa SA Paulista. Desta forma, as Prefeituras do Rio, Nilópolis, Caxias, São João de Meriti e até mesmo Petrópolis, terão a tranquilidade de saber que o lixo de suas cidades deixou de agredir o meio-ambiente.
Os aterros continuam existindo até nos países mais desenvolvidos, operando mesmo quando há programas de coleta seletiva e unidades de reciclagem, compostagem e incineração.

| Estação de Tratamento de Chorume | ¬ | Aterro de Gramacho | ¬ | voltar |

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Potencial Energético do BioGás de Aterros

As possibilidades de aproveitamento energético do biogás de aterros são várias  entre elas :

a) captação do biogás e envio do mesmo através de gasoduto;

b) captação e utilização do biogás como combustível veicular;


c) geração de energia elétrica através de motores de combustão interna;

d) geração de energia elétrica através da tecnologia de células combustíveis, tecnologia em desenvolvimento em várias empresas em todo o mundo, inclusive do setor petrolífero. O CEPEL tem estudos avançados sobre o tema.

A Comlurb já estuda o aproveitamento do biogás desde a década de 70. Em 1977 a Comlurb implantou a 1ª rede de captação de biogás no antigo Aterro do Caju, onde hoje está instalada a Usina do Caju. O biogás captado era enviado por gasoduto para a CEG, Companhia Estadual do Gás, empresa que desenvolveu o projeto juntamente com a Comlurb. Este projeto durou cerca de 10 anos e permitiu o desenvolvimento de equipe para projeto e operação de plantas de biogás.

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Comlurb controla a qualidade da areia das praias do Rio
 

É comum aparecer nos jornais uma relação das praias que estão próprias ou impróprias para banho. Porém, essa classificação só diz respeito às condições do mar, não levando em consideração a qualidade da areia. De nada adianta a água estar limpa, se a areia da praia não estiver, e vice-versa. O risco de se contrair doença nos dois casos é o mesmo.

Para fazer o controle da areia das praias, a Comlurb, através da IGP - Gerência de Pesquisas Aplicadas, realiza o projeto de análise da areia. Em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, biólogos da companhia visitam, quinzenalmente, 34 pontos, em diferentes praias, para conhecer a qualidade sanitária das areias envolvidas nas operações de limpeza efetuadas pelos empregados da Comlurb.

Através dessa análise verificou-se que as praias oceânicas, ou seja, Recreio, Barra e Copacabana, entre outras, são as mais limpas, enquanto que as banhadas pala Baía de Guanabara são as mais poluídas. Paquetá é um exemplo disso. A campeã em qualidade é a Prainha, localizada entre o Recreio dos Bandeirantes e Grumari.

As principais causas que ameaçam a saúde dos banhistas são a presença de animais nas praias, entre os quais cachorros e pombos, a sujeira deixada pelos freqüentadores e as línguas negras. As conseqüências da areia poluída são doenças de pele como as micoses, a conjuntivite e verminoses. A Comlurb faz a parte dela, analisa e limpa toda a orla do município. Cabe, agora, a todo cidadão não levar bichos de estimação para areia e não esquecer seu lixo na praia. (Informação divulgada pela publicação "Passando a Limpo", nº 5 - Nov/2002).

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Verão é praia boa e praia boa é praia limpa


Com a aproximação do verão, e a praia passa a ser o programa predileto dos cariocas. Acontece que praia boa é praia limpa e para isso 300 garis limpam, duas vezes por dia, as 73 praias cariocas, da Ilha do Governador e Paquetá até a Barra de Guaratiba, todos os dias da semana. Um trabalho fundamental para garantir a diversão de toda a população.

As operações de limpeza da praia envolvem a remoção de lixo através da varrição manual e mecanizada, o manejo das línguas negras, que são aqueles extravasamentos de águas poluídas para a areia, a substituição da areia escurecida pela sujeira por areia clara e a verificação da possibilidade de devolver à praia as areias lançadas na orla por ressaca ou retiradas de canais. Os contêineres também contribuem para manter a praia limpa.

A limpeza da orla é, da mesma forma, essencial nessa operação, pois envolve calçadão, pista, canteiros e vegetação, além dos postos de salvamento. Mais de 80 garis cuidam, diariamente, da limpeza e conservação dos banheiros e das áreas reservadas aos guarda-vidas das praias do Leme ao Recreio.



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Rebramar - Manejo Ambiental de Resíduos

Introdução

A Rede Brasileira de Manejo Ambiental de Resíduos (REBRAMAR) foi instituída pela Portaria Normativa IBAMA nº 45, de 29 de junho de 1995, publicada no Diário Oficial da União de 6 de julho do mesmo ano, e sua proposta é facilitar o intercâmbio, difusão e acesso dos membros da Rede aos conhecimentos e experiências que dizem respeito ao manejo ambiental de resíduos.

A REBRAMAR é integrante da Rede Pan-Americana de Manejo Ambiental de Resíduos (REPAMAR), coordenada pela Organização Pan-americana de Saúde (OPS), através da Divisão de Saúde e Ambiente do Centro Pan-americano de Engenharia Sanitária e Ciências do Ambiente (CEPIS), localizado em Lima, Peru e é um produto de um Acordo de Cooperação Mútua entre essa organização e o Governo da República Federal da Alemanha, através da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ).


Leia mais sobre a Rebramar

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Remoção de Lixo Infectante Ambiental de Resíduos

A Comlurb adota novos procedimentos para remoção dos resíduos sólidos especiais, entre os quais se inclui o lixo infectante produzido pelos estabelecimentos de assistência à saúde, entre os quais consultórios médicos ou odontológicos, clínicas (inclusive as veterinárias) e laboratórios.

ACONDICIONAMENTO, COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

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Programa de Controle de Moscas em Áreas de Resíduos Sólidos

O presente projeto consistiu no desenvolvimento e na implantação de uma metodologia de controle de Mosca doméstica em áreas de acúmulo de resíduos sólidos (Usina de Reciclagem e Compostagem de Lixo e Estação de Transferência de Lixo). Para tanto, foram realizadas aplicações com mosquicidas à base de azametifós em diferentes superfícies. Em superfícies verticais, representadas por painéis pintados com faixas diagonais nas cores amarelo, vermelho e branco, foi aplicado o mosquicida na formulação pó molhável. Em superfícies horizontais, como muretas, pisos e parapeitos de janelas, foi utilizado o mosquicida na formulação granulada. Áreas superficiais de monturos e leiras foram pulverizadas com formulação pó molhável. Além disto, foi empregado o inseticida líquido à base de diclorvos (DDVP) na pulverização das lonas das carretas que transportam o resíduo sólido para a área de destino final. As avaliações de infestação das moscas foram obtidas através do monitoramento em placas (técnica "Scuder Grill") e das pesquisas de opinião realizadas com os trabalhadores locais. Como resultado, nas áreas de leiras, obteve-se uma redução de 98.5% das moscas 18 dias após a aplicação do produto, atingindo 100% após 30 dias; e na Estação Transferência de Lixo, observou-se 85.6% de redução das moscas 18 dias após o início do tratamento, atingindo 98.7% após 30 dias. A pesquisa de opinião revelou o elevado grau de satisfação dos empregados com o trabalho desenvolvido. Em conclusão, o tratamento com a aplicação de azametifós no controle de Musca domestica em áreas de lixo foi efetivo por um período de 30 dias. Por outro lado, por se tratar de área de renovação e acúmulo constantes de lixo, é fundamental que o controle de moscas seja realizado de forma contínua, mantendo-se o monitoramento.

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